Conheça os países com maior IDH.... Brasil subiu uma posição no ranking de Índice de Desenvolvimento Humano

O Brasil subiu uma colocação no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) 2013. O relatório, divulgado nesta quinta-feira, 24, pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), mostra o País em 79º lugar entre 187 nações. Especialistas da ONU dizem que o avanço discreto do Brasil no ranking se deve à crise financeira internacional que começou em 2008, à desigualdade de renda e ao crescimento acelerado de países que só agora começaram a criar políticas de combate à extrema pobreza.
Desenvolvido há 24 anos pelo PNUD, o índice tem uma escala de 0 a 1. Quanto mais próxima de um, melhor a situação do país. O Brasil alcançou índice 0,744. Noruega, a primeira colocada, 0,944. O pior indicador foi do Níger: 0,337. As notas são dadas a partir da avaliação de três quesitos: saúde, educação e rendimento. Na foto, Alesund, um dos principais portos da Noruega.
A Austrália é o segundo país no ranking de IDH da PNUD com o número de 0,933. Com 82,5 anos de expectativa de vida os australianos superam os 81,5 dos noruegueses, mas ficam muito abaixo na renda per capita. A Suíça ficou na terceira posição com índice de 0,917. Amsterdã, capital do quarto colocado. A Holanda tem IDH de 0,915. No quinto lugar, Estados Unidos tem a quarta maior renda per capita dos 10 primeiros colocados. Em compensação, a expectativa de vida do país é de 78,9, a menor entre os 10 primeiros. Na foto, panorama com os prédios de Nova York. Em sexto lugar, a Alemanha tem a maior média de anos estudados ao lado dos EUA com 12,9 anos. A média leva em conta o número de anos gastos na escola pelas pessoas com mais de 25 anos. Na foto, o Portão de Brandemburgo em Berlim. Com 0,910, a Nova Zelândia ficou na sétima posição do ranking. O país tem a menor renda per capita dos 10 primeiros colocados.
O Canadá ficou em oitavo lugar no ranking de desenvolvimento humano com índice de 0,902. Cingapura tem a maior renda per capita dos 10 primeiros colocados com 72.371 anuais por pessoa, quase 10 mil a mais que a Noruega. O país tem índice de 0,901 e ficou na nona posição. Fechando a lista dos 10 primeiros está Dinamarca com índice de 0,900.
Para o coordenador do sistema das Nações Unidas no Brasil, Jorge Chediek, o fato de o Brasil ocupar apenas a 79° posição no ranking, atrás dos vizinhos Chile (41°), Argentina (49°), Uruguai (50°) e Venezuela (67°) é resultado de problemas históricos. \'O passivo é enorme. Não podemos esquecer que o Brasil apresentou melhoras consistentes nos últimos 30 anos\', justificou. \'Em 1980, a média de tempo de escola do brasileiro era a de 2,6 anos e a expectativa de vida, de 62,7 anos\', completou.
O Brasil se destaca entre países do BRICs, também, na expectativa de vida ao nascer: 73,9 anos. A segunda maior do grupo. Em primeiro lugar vem a China, com 75,3. No entanto, a marca é inferior à apresentada pela Bósnia (76,4 anos), Argentina (76,3 anos) e Uruguai (77,2 anos.) \'Os números brasileiros não são melhores por causa dos altos índices de homicídios e acidentes de trânsito\', disse Chediek. Na foto, moradores de Bonito de Minas
Um dos principais programas de redistribuição de renda, o Bolsa Família divide os pesquisadores do PNUD. Para o escritório brasileiro do PNUD, o principal programa de transferência de renda do governo federal é um exemplo sem ressalvas para ser seguido por outros países. O escritório internacional do organismo em Nova York, no entanto, avalia que a estratégia é eficaz, mas a maior parte de seus efeitos são de curto prazo.

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